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Turismo LGBT deve girar mais 200 bilhões dólares em 2014

Turismo LGBT movimenta uma média 57% maior durante as férias em comparação aos turistas heterossexuais

Pink Money

Pink Money

Um relatório apresentado no World Travel Market em Londres afirma que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (que formam a sigla LGBT) gastarão mais de 200 bilhões de dólares em viagens e turismo em 2014. Esse é o tamanho do poder do chamado Pink Money. Quem lidera a lista do turismo lgbt são os EUA,  atingindo US$ 56,5 bilhões em gastos, seguido pelo Brasil com US$ 25,3 bilhões.

Com a França e o estado da Califórnia nos EUA passando por decisões históricas para legalizar o casamento igualitário neste ano, hotéis e pontos de turísticos destes mesmos lugares também estão ganhando dinheiro graças a um grupo novo, emergente e rico: as pessoas do mesmo sexo recém-casadas.

As conclusões do relatório LGBT 2020 ecoam os resultados da pesquisa da Community Marketing Inc. dos EUA, que também mostra que os viajantes LGBTs gastam uma média de 57% a mais durante suas férias com turismo em comparação aos turistas heterossexuais. Vale lembrar que, segundo o relatório Kinsey (que muitos, incluindo eu, já consideram ultrapassado), a população LGBT é estimada em 10% da população mundial, ou seja, 600 milhões de pessoas (a população de três Brasis). Número que aumenta progressivamente a cada ano e a cada melhoria nos direitos LGBTs.

Parte das razões apresentadas pelo grupo da pesquisa de mercado incluem o fato de que os LGBTs viajam mais, não possuem filhos, possuem mais casas e carros, gastam mais em eletrônicos e têm a maior quantidade de renda disponível do que qualquer outro nicho de mercado.

Entre os destinos favoritos deste público, no Brasil, estão as cidades do Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Recife (PE), Salvador (BA) e São Paulo (SP), enquanto que pelo mundo, figuram as cidades de Madri, Barcelona e Sitges (todas na Espanha), Sidney (Austrália), Berlim e Stuttgart (Alemanha), São Francisco, Miami e Las Vegas (EUA), Amsterdã (Holanda), entre outras. Destinos interessantes e consagrados para esse público não faltam.

Agora é a hora das redes hoteleiras, companhias aéreas, companhias marítimas e prefeituras começarem a enxergar o turismo LGBT com relevância e se adequarem para receber esse público (assim como esse enorme montante de dinheiro) com respeito e a dignidade que merecem. Ainda temos muito que caminhar nesse sentido, principalmente aqui no Brasil. Mas, como mostram os números, mercado não falta.

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